

Na era do fast-food e dos apps de delivery, fica cada vez mais desafiador pegar gosto por uma alimentação saudável. Mas a onda crescente de pessoas buscando melhorar seus hábitos alimentares está aí, e você não precisa ficar fora dela.
“Você precisa comer isso ou terá problemas nos ossos”, “você vai ter anemia se não comer esse prato”, “seu intestino não funciona porque sente falta dessa comida” – frases assim só servem para assustar ou gerar frustração. Apesar de o enfermeiro Manuel Reis afirmar que é preciso persistir num novo alimento pelo menos 10 a 15 vezes até o paladar se acostumar, nós acreditamos que a alimentação pode e deve ser prazerosa. Por isso, separamos uma lista de dicas para substituir alguns dos alimentos “mais rejeitados” pelos brasileiros.
Antes de começarmos, saiba que o mais ideal é buscar nutricionistas que ajudem a montar uma dieta personalizada para você. Nosso intuito é quebrar alguns mitos e mostrar que é possível ter prazer numa dieta saudável. Vamos lá!
Rico em fibras, ferro e proteínas vegetais, o feijão tem vários benefícios, e é conhecido como o principal inimigo da anemia. Mas, como gostar dele não é bem uma unanimidade, a nutricionista Paula Castilho dá dicas de como substituí-lo e manter a saúde equilibrada.
“Deixar de comer feijão não é um problema, desde que ele seja substituído por outros alimentos da família das leguminosas. Lentilha, vagem, ervilha, soja e grão-de-bico são opções para variar o cardápio sem perder proteínas, ferro, cálcio, magnésio, zinco, vitaminas, principalmente do complexo B, carboidratos e fibras. Basta uma porção diária da sua favorita”
Ela também ressalta que para facilitar a absorção do ferro pelo organismo, é importante somar com alimentos ricos em vitamina C. Para isso, pode contar com a laranja, o limão e até mesmo os microgreens de alho-poró aqui da Pink.
O livro “Nutrição Moderna na Saúde e na Doença”, de Maurice E. Shils traz algumas soluções para quem tem uma dieta vegetariana ou vegana. Ele já adianta: “Um único alimento vegetal, se usado como a única fonte de proteína, pode provar-se inadequado; entretanto, isto é provável ocorrer somente em um teste de pesquisa. Misturas apropriadas de alimentos vegetais são equivalentes à proteína animal em qualidade”.
Acredite ou não, mas há muitas folhas com proteína: espinafre, couve, brócolis e repolho são algumas delas. Não é à toa que o mercado plant-based tem crescido tanto nos últimos anos – 40% dos millennials já declaram ser flexitarianos ou vegetarianos, isto é, estão reduzindo o consumo de carne.
“Socorro, meus filhos não comem peixe” – quantas vezes já ouvimos isso, né? É normal, entre adultos e crianças, estranhar o gosto e a textura de peixes e frutos do mar (tem até explicação teórica filosófica para isso). É comum, então não se preocupe! Apesar de ALTAMENTE nutritivos, dá para combinar alimentos que substituem seus nutrientes.
Para trazer ômega 3 e 6 para sua dieta: sementes de girassol, frutos secos ( nozes, castanha de caju, amêndoas, avelã), soja, chia e linhaça.
Para trazer vitaminas A e B: cenoura, couve, batata, rúcula, alface, melão, abóbora, etc.
Alimentos com altas quantidades de iodo: brócolis, couve, espinafre e mirtilos.
Proteínas: couve-flor, ervilhas, repolho, cereais, etc.
Conhece mais alguém que precisa dessas dicas? Compartilhe esse conteúdo! 😉
This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.
Strictly Necessary Cookie should be enabled at all times so that we can save your preferences for cookie settings.
If you disable this cookie, we will not be able to save your preferences. This means that every time you visit this website you will need to enable or disable cookies again.